Orçamento de R$ 141 milhões é enviado à Câmara

por Tania Maria Garabini publicado 06/11/2019 19h50, última modificação 06/11/2019 19h50
Documento está nas comissões parlamentares para análise

Um orçamento de R$ 141 milhões para a receita financeira de Carapebus para o ano de 2020 é proposto pelo poder Executivo e está sendo analisado pelas comissões parlamentares na Câmara de Vereadores. O projeto de lei foi enviado no dia 05, lido e encaminhado às comissões para análise.

O novo orçamento municipal foi apresentado para estudo e votação, juntamente com mais duas mensagens: Outra A de número 010 altera o plano plurianual previsto para o quadriênio de 2018 a 2021. E 011 altera as diretrizes para a lei orçamentaria para o exercício de 2020.

Para Deuty, o orçamento de R$ 141 milhões não será bem empregado assim como o de 2018 que foi de R$ 130 milhões. “Foram feitas emendas para curso da área de educação, ao servidor, reformas de praça com colocação de quadra coberta. Nada saiu do papel até a data de ontem, nenhuma obra foi executada”. Ele indaga onde foi empregado esse dinheiro do orçamento do ano passado. E relembra que o município ainda está com um déficit de R$ 12 milhões.

Anselmo lembrou que os vereadores têm que trabalhar no coletivo em favor da população e não para atender interesses particulares ou do governo. E exemplificou o “inchaço” de funcionário municipal. “A prefeitura está com o dobro do que a folha de servidor comporta e o que isso acarreta: o atraso no pagamento do servidor, o salário dos guarda municipal, do professor, do agente de saúde achatados. O funcionalismo fica prejudicado. O vereador tem que criar projeto e brigar com o governo para melhorar isso e não para conseguir emprego para seu familiar”.

Foi categórico em afirmar que é preciso que a prefeitura traga empresas para a cidade. “Serão empregos. Não adianta contratar mil ou mil e quinhentas pessoas enquanto temos na cidade mais de dez mil desempregados”. Lembrou da Zona Especial de Negócio comprada e paga no governo Rubem Vicente. Na época vinte empresas assinaram protocolo de instalação e hoje os dois alqueires de terra abrigam apenas por três, que não geram trabalho, por estar ligada a área offshore. Lembrou que a Câmara aprovou projeto de lei que baixou de cinco para dois por cento o ISS para atrair novos negócios.