Prefeitura está jogando lixo próximo a represa de abastecimento

por Tania Maria Garabini publicado 16/05/2020 09h17, última modificação 16/05/2020 09h17
Risco de contaminação da água e degradação do solo

O vereador Luciano Sardinha (Deuty) denunciou que a prefeitura, pelo serviço de coleta de lixo domiciliar vem jogando os resíduos coletados nas proximidades da represa na área central. O local serve para a coleta de água. Há um sério risco de contaminação do solo, assim como do lençol freático. “Os caminhões de lixo vem despejando perto do parque de exposição e ao lado da represa – que é uma de nossas riquezas naturais – podendo criar inclusive um risco biológico e propagador de doença.

“Com esse lixo fica uma revoada de urubus. Vemos muitos até pousados na torre da Igreja. Tem pessoas doentes, idosas que fazem curativos em suas casas e jogam no lixo. O caminhão recolhe isso e joga na represa. Vamos ter mais um pouco de responsabilidade, de gestão pública. Que pague o local de descarte de lixo em Santa Maria Madalena” reclamou Deuty. Segundo ele, o município deve ao depósito cinco meses de aluguel atrasados.

Outro atraso no pagamento também foi comentado é da construção do posto de saúde de Ubás. Iniciamente a prefeitura derrubou um pé de manga centenário para dar lugar a esse posto e cercaram o local, mas quase que imediatamente tudo parou devido a falta de pagamento à empreiteira responsável. O mesmo acontece com a reforma do estádio na localidade.

Deuty é temeroso quanto a obra iniciada na praça da Baixada. A prefeitura desmontou a arquibancada, fechou o parquinho e cercou com tela plástica para evitar invasão. “Deus queira que ele realmente façam. A Secretaria de Obras tem R$ 5 milhões em caixa que autorizamos para a construção de quadras cobertas. Mas tenho medo que não façam porque a obra em Ubás recém iniciada parou por falta de pagamento, que dirá essa praça”.

O vereador Luciano Sardinha (Deuty) denunciou que a prefeitura, pelo serviço de coleta de lixo domiciliar vem jogando os resíduos coletados nas proximidades da represa na área central. O local serve para a coleta de água. Há um sério risco de contaminação do solo, assim como do lençol freático. “Os caminhões de lixo vem despejando perto do parque de exposição e ao lado da represa – que é uma de nossas riquezas naturais – podendo criar inclusive um risco biológico e propagador de doença.

“Com esse lixo fica uma revoada de urubus. Vemos muitos até pousados na torre da Igreja. Tem pessoas doentes, idosas que fazem curativos em suas casas e jogam no lixo. O caminhão recolhe isso e joga na represa. Vamos ter mais um pouco de responsabilidade, de gestão pública. Que pague o local de descarte de lixo em Santa Maria Madalena” reclamou Deuty. Segundo ele, o município deve ao depósito cinco meses de aluguel atrasados.

Outro atraso no pagamento também foi comentado é da construção do posto de saúde de Ubás. Iniciamente a prefeitura derrubou um pé de manga centenário para dar lugar a esse posto e cercaram o local, mas quase que imediatamente tudo parou devido a falta de pagamento à empreiteira responsável. O mesmo acontece com a reforma do estádio na localidade.

Deuty é temeroso quanto a obra iniciada na praça da Baixada. A prefeitura desmontou a arquibancada, fechou o parquinho e cercou com tela plástica para evitar invasão. “Deus queira que ele realmente façam. A Secretaria de Obras tem R$ 5 milhões em caixa que autorizamos para a construção de quadras cobertas. Mas tenho medo que não façam porque a obra em Ubás recém iniciada parou por falta de pagamento, que dirá essa praça”.