Vereadores aprovam redução de ISS de 5% para 2% em Carapebus

por Tania Maria Garabini publicado 25/09/2019 21h40, última modificação 07/11/2019 15h28
Medida visa atrair novas empresas e estimular as atuais a ampliar contratações

De autoria de seis vereadores (Deuty, Anselmo Prata, Marcos Santos, Maicon Pimentel, Marcelo Borginho e Wagner Melo) foi aprovada sob forma de indicação, a redução na alíquota do Imposto Sobre Serviço (ISS) das empresas de 5% para 2% em Carapebus.

Luciano Sardinha Carvalho (Deuty) em lei anterior propôs que cada empresa estabelecida na cidade, tem obrigação de contratar 80% de seus funcionários, entre a população de Carapebus. As duas leis, caso a prefeita sancione e publique representará um significativo ganho econômico local, porque as já estabelecidas irão ter um incentivo maior para aumentar sua produtividade, com menor custo e consequentemente poderão ampliar seu quadro funcional. ´

As duas medidas favorecem também as novas empresas que desejam se estabelecer na cidade. Esse percentual já é praticado em dezenas de localidades no estado, fazendo com que os empresários se voltem para mercados tributários mais atraentes que Carapebus. Os vereadores receberam informação de que há empresas interessadas em se instalar no território, mas essa taxa de ISS cobrada atualmente desestimula os novos investidores.

Marquinhos Pacato classificou esse indicação de suma importância para a economia da cidade. E alerta que é preciso a aprovação do Executivo. “Mas há interesses de quem está no poder de manter essa taxa de 5%, porque enquanto estiver com esse pequinês de pensamento, mais pessoas dependentes da prefeitura. Quantos mais contratados pela prefeitura, mais fácil para eles ganharem a eleição.

Cooperativa

Luciano Sardinha Carvalho (Deuty) elogiou a presença dos representantes da cooperativa que está terceirizando a mão de obra local para atender a prefeitura. Ele salientou que em três mandatos que tem como vereador, foi a primeira vez em que, uma empresa respondeu tão prontamente o convite feito pela Câmara. E que nenhum político daquela Casa tem interesse em tirar emprego e sim quer esclarecimentos sobre as modalidades de contratações, pagamentos e sobre as reclamações que os funcionários estão apresentando.